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dc.contributor.advisorArruda, Jalsi Tacon-
dc.contributor.authorOliveira, Maria Clara Guimarães Martiniano-
dc.contributor.authorSilva, Rosângela Almeida Talgino-
dc.contributor.authorSoares, Sarah Karolline Ferreira-
dc.contributor.authorArruda, Jalsi Tacon-
dc.date.accessioned2026-08-05T17:59:07Z-
dc.date.available2026-08-05T17:59:07Z-
dc.date.issued2026-06-08-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23988-
dc.descriptionhttps://doi.org/10.54033/cadpedv23n5-021pt_BR
dc.description.abstractA compreensão da neurobiologia psiquiátrica tem sido transformada pelas evidências de que o trato gastrointestinal e o sistema nervoso central estabelecem uma comunicação bidirecional contínua. Nesse cenário, o microbioma intestinal emerge como um componente neuroendócrino e imunológico fundamental na modulação da saúde mental. Objetivo: Sintetizar as evidências científicas acerca dos mecanismos fisiopatológicos do eixo intestino-cérebro, identificar biomarcadores microbianos transdiagnósticos e avaliar as perspectivas terapêuticas na fisiopatologia dos transtornos mentais. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura conduzida nas bases PubMed, SciELO, Portal CAPES e Google Scholar, abrangendo artigos originais e de revisão publicados entre 2016 e 2026. A seleção seguiu as recomendações do protocolo PRISMA e a estratégia PICo para estruturação da questão norteadora. Resultados: A comunicação neuroanatômica, mediada primariamente pelo nervo vago e pelas vias entéricas, atua em sinergia com metabólitos microbianos sinalizadores, como os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e os precursores da via do triptofano. A literatura revela que a quebra da barreira epitelial intestinal induzida pela disbiose promove neuroinflamação sistêmica. Diferentes transtornos (depressão, ansiedade e esquizofrenia) não apresentam bactérias patognomônicas exclusivas, mas compartilham assinaturas microbianas transdiagnósticas marcadas pela depleção de táxons anti-inflamatórios. Intervenções clínicas com psicobióticos e dietas prebióticas demonstram eficácia promissora na restauração da homeostase neurointestinal. Conclusão: A modulação do microbioma representa uma fronteira promissora e não invasiva na psiquiatria de precisão. Contudo, a translação clínica exige a ampliação de ensaios longitudinais e metabolômicos para a padronização de protocolos terapêuticos.pt_BR
dc.subjectDisbiosept_BR
dc.subjectEixo Intestino-Cérebropt_BR
dc.subjectPsicobióticospt_BR
dc.subjectPsiquiatriapt_BR
dc.titleModulação da microbiota intestinal nos transtornos mentais: mecanismos, biomarcadores e aplicações terapêuticaspt_BR
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